19.05.2012

Mais de 30 cidades participam do Grito Rock em Minas Gerais

Publicado em 27. fev, 2012 por in CULTURA

Durante os meses de fevereiro e março acontece em mais de 30 cidades de Minas
Gerais o Grito Rock, com campanhas, oficinas de capacitação, mostras de
cinema e outras manifestações artísticas.
O Grito Rock aproxima produtores, amplia o repertório dos eventos e
promove um verdadeiro circuito de festivais independentes. São mais de
200 cidades em 15 países da América Latina na realização do projeto.
Em Minas, Sabará chegou antes na festa, deu a largada na maratona dia 15
de janeiro, iniciando suas atividades na Casa Fórceps, sede do coletivo
local. A quinta edição do festival na cidade englobou música,
literatura, cinema, artes plásticas, visuais e cênicas. O festival
ocupou também o tradicional ponto bohemio da cidade, Bar do Beco.
Já na capital mineira o ar carnavalesco tomou conta do Grito Rock com o
Bloco do Grito, que saiu às ruas de Belo Horizonte no dia 20/02.
As rotas criadas integram ainda mais as outras edições do estado. O Grito
Rock chega forte também na região do Sul de Minas, Vale do Aço,
Triângulo Mineiro e Região Metropolitana. Cada cidade apresenta as suas
especificidades agregando experiência e tecnologia. O festival no estado
vai até o dia 17 de março, com a última edição em Timóteo, depois de um
mês de folia.
Grito Rock
O
Grito Rock foi idealizado no ano de 2002 em Cuiabá – Mato Grosso. O
Espaço Cubo propôs uma alternativa ao Carnaval e uma plataforma
independente de circulação. Já no segundo ano o festival foi realizado
em outras cinco cidades próximas. Desde então não parou de crescer.
Aproximou mais e mais produtores até tornar-se o maior festival
integrado da América Latina. Em 2011, pela primeira vez, o Grito Rock
foi executado nos 26 estados brasileiros e em outros oito países. Para
2012 já são 15 países, incluindo o continente europeu e o México.
Confira as cidades que realizarão o Grito Rock em Minas Gerais
Coronel
Fabriciano – 2 e 3/03, Mariana – 1, 2 e 3/03, Guaranésia – 4/03, Juiz
de Fora – 4/03, Montes Claros – 2 e 3/03, Sete Lagoas – 2 e 3/03,
Alfenas –3/03, Patos de Minas – 3/03, Contagem – 10/03, Ipatinga – 9 e
10/03, Santa Luzia – 9 e 10/03, Vespasiano – 9/03, Barbacena – 9/03,
Viçosa – 10/03, Santa Rita do Sapucaí – 8/03, Guaxupé – 10/03, Betim –
11/03, Itajubá – 9 e 10/03, Pouso Alegre – 10/03, Santana do Paraíso –
17/03, Ribeirão das Neves – 17/03, Governador Valadares – 16/03,
Uberlândia – 14 e 15/03, Uberaba – 16 e 17/03 e Timóteo – 17/03.

Festival Internacional de Cinema acontece em maio no Paraná

Publicado em 27. fev, 2012 por in CULTURA

O Festival Internacional de Cinema de Curitiba – Olhar de Cinema, que
será realizado de 29 de maio a 4 de junho está com inscrições abertas
até o próximo dia 20 de março.
O festival exibirá aproximadamente 70 filmes de longa e curta metragem,
distribuídos em mostra competitiva (nacional e internacional) e não
competitiva. Além disso oferecerá também um seminário e três oficinas.
Olhar de Cinema
O Festival Internacional de Cinema de Curitiba oferece uma seleção ampla e
de qualidade, com filmes independentes de todo o mundo que possuem um
caráter inovador e comprometido. Com sentido de urgência, esse evento
nasce para preencher uma lacuna no cenário cinematográfico paranaense e
brasileiro. Sem exigências de ineditismo, o objetivo do festival é
promover reflexões sobre o cinema e formar novos olhares, por meio de um
destaque dado a curtas e longas metragens pouco comuns nas salas de
cinema brasileiras.
Os principais prêmios para as competitivas do festival são: Melhor Longa
Internacional: Prêmio Olhar – R$ 10.000; Melhor Curta Internacional:
Prêmio Olhar – R$ 4.000; Melhor Longa Brasileiro: Prêmio Olhar – R$
7.000; Melhor Curta Brasileiro: Prêmio Olhar – R$ 2.500

Uberabenses lançam livro sobre educação e desenvolvimento

Publicado em 15. fev, 2012 por in CULTURA

Uberabenses lançam livro sobre educação e desenvolvimento

Está programado para o mês de abril, em Uberaba, o lançamento do livro
“Direito, Educação e Ética: A Pirâmide do Desenvolvimento”. A obra é de
autoria dos professores e advogados uberabenses François Silva Ramos e
Euseli dos Santos.
No livro, que será publicado pela editora paulista Ixtlan, os autores
mostram que a interferência do fenômeno da globalização na cultura dos
povos é uma realidade concreta. Segundo eles é impossível deixar de
verificar a existência de um processo de contínua reestruturação do
regramento sócio-econômico-cultural que é imposto à sociedade global.
Para François os padrões de conduta estão sendo continuamente reelaborados
pelas elites dominantes por meio da cultura de massa.
Segundo Euseli, a globalização potencializou a disseminação de ideologias
consumistas, que não apenas incentivam o consumo, mas fazem crer que
comprar é a única forma de alcançar a felicidade. E neste contexto os
autores nos apresentam a educação de qualidade como um instrumento
imprescindível para que a sociedade possa contrapor seus objetivos aos
interesses da ideologia imposta pela sociedade de consumo.
O prefácio do livro é assinado pelo professor Mozart Lacerda Filho, que é
doutor em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de
Mesquita Filho. Ele ressalta que é possível verificar, no trabalho
desenvolvido por François e Euseli, que a formação exigida para a
Educação do século XXI deve visar, não somente ao aprimoramento
intelectual, mas também da ética humana e da capacidade plena para o
exercício da cidadania.
Assim sendo, o livro é um convite ao repensar do Direito Constitucional à
educação e a necessidade de se garantir, não apenas o acesso gratuito ao
ensino, mas que este tenha um padrão de qualidade compatível com as
necessidades da sociedade brasileira neste terceiro milênio.

Comédia em Pé se apresenta pela segunda vez em Uberaba

Publicado em 03. fev, 2012 por in CULTURA

Por Vinícius Silva

Fernando Caruso, Paulo Carvalho, Smigol e Victor Sarro se apresentaram no dia 22
com o espetáculo Comédia em Pé no Teatro Sesi do Centro de Cultura José
Maria Barra em Uberaba. O grupo que é considerado o pioneiro na
modalidade stand up do Brasil arrancou gargalhadas da plateia com uma
apresentação leve, ágil e centrada na capacidade de observação, na
inteligência do texto e na habilidade de fazer rir. Pela segunda vez em
Uberaba, o espetáculo que se modifica a cada apresentação, incluiu novos
textos, novas sacadas e novas oportunidades de dar uma boa gargalhada. O
Jornal do Triângulo conversou com exclusividade com os humoristas,
acompanhe:
O Comédia em Pé é sempre sucesso por onde passa. Qual a receita para isso?

A receita é simples. Requer empenho e uma preocupação especial para com
o público, ou seja, subir ao palco sempre para apresentar o melhor. Não
existe entre nós a possibilidade de não fazer sempre o melhor
espetáculo. O público pagou por isso. Não merece menos.
Paulo
Carvalho, como foi a sua migração das novelas e minisséries para os
espetáculos de Stand Up? Você ainda continua atuando em novelas?

Não foi exatamente uma migração. O stand up apareceu como um
desdobramento da carreira. Uma atividade nunca excluiu a outra.
Continuei atuando tanto em novelas quanto em minisséries enquanto fazia
stand up. Foi assim até 2009 quando fiz minha última novela que foi o
remake de “Paraíso”, e fui convidado para fazer parte do elenco do
programa “Os Caras de Pau” da TV Globo, onde me preparo para a quarta
temporada que estreia em abril. Como também sou músico, tenho feito
trilhas sonoras para espetáculos teatrais e atuei em alguns filmes. O
stand up apenas abriu novos caminhos para mim.
Smigol, como você despertou para a comédia? É possível aliar o jornalismo e humor?
Foi a necessidade mesmo. Só de jornalismo não da pra viver. Minhas
reportagens sempre foram com um olhar mais engraçado com conteúdo, mas
sempre com humor. Quando descobri o que era o stand up e vi que ele
enchia os teatros no Rio de Janeiro, resolvi escrever e tentar, pois
tinha muitas histórias engraçadas que não podia contar na TV, e muitas
contas pra pagar também. O jornalismo esportivo é mais ou menos 30% de
noticia e 70% de entretenimento. O esporte não é como notícia de
política e econômica que tem que ter muita seriedade. Numa matéria de
futebol da pra improvisar e contar de uma forma bem mais descontraída.
Vocês já estão indo para o sétimo ano da trupe. O que é feito para manter esse sucesso?

No próximo dia 15 de março, o Comédia em Pé completará sete anos de
existência. Desde então, nosso objetivo tem sido subir ao palco para
fazer sempre o nosso melhor já que temos uma grande preocupação em
oferecer ao público um espetáculo de grande qualidade.

Encontro de Folia de Reis acontece dia 10 no Circo do Povo

Publicado em 03. fev, 2012 por in CULTURA

Já estão abertas as inscrições gratuitas para o 53º Encontro de Folias de
Reis de Uberaba. As companhias interessadas podem realizar o registro
até o dia 10 das 8 às 18h, na Fundação Cultural, na rua Tristão de
Castro, 64, Centro.

O festival será no dia 12, no Circo do Povo, instalado entre o bairro
Boa Vista e o conjunto Morada do Sol, com início às 8h30, com a
concentração dos grupos de folias, na praça em frente ao estádio do Vila
Nova Futebol Clube.
Um presépio em tamanho real, instalado no palco do circo, será saudado
pelas companhias – integradas de oito a 15 membros – por três minutos
cada. Um CD também será gravado durante o encontro. Essas produções
serão distribuídas a bibliotecas, escolas e admiradores de folias.

Escolativa tem como meta resgatar autoestima do educador

Publicado em 24. jan, 2012 por in CULTURA

A frente do programa Escolativa, transmitido
todos os sábados, das 11:30h às 12h, na TV Universitária, canal 5 e na Net,
canal 12 está a professora Sônia Prata. Em entrevista ao Jornal do Triângulo,
ela conta como surgiu a ideia do programa entre outros assuntos.

Como surgiu a ideia do Programa Escolativa?

Sempre achei muito importante mostrar o trabalho do educador, seja
meu, de colegas e principalmente de alunos. “O que não é visto é esquecido”.
Por isso, há mais ou menos três anos criei, por meio do site de relacionamentos
Orkut, o “Portal de Letras – Aurélio”, que é praticamente o Jornal da Escola
Estadual Aurélio Luiz da Costa, onde leciono o conteúdo de Língua Portuguesa. Já
temos três portais, sendo o 3° agora no Facebook, onde posto desde então textos
de alunos, trabalhos, fotos e vídeos da maioria dos eventos que acontecem lá.

Tendo como base essa mostra, acreditei ser hora de mostrar os
feitos de outros educandários também, e assim estou fazendo, mas sempre tendo a
escola Aurélio na “mira”, pois a diretora Sidnéia me dá sempre o maior apoio.

Qual o objetivo do programa?

É resgatar a autoestima do educador, que anda
meio desestimulado pela desvalorização, pelo descrédito. E mostrar que, apesar
disso, estamos trabalhando. Então senti que o nosso trabalho teria que ser
mostrado na TV, já que é um veículo tão abrangente.

O propósito do programa é supervalorizar, é
parabenizar, é elevar os feitos dos nossos entrevistados e mostrar apenas o
lado bom dos eventos que cobrimos. Nada de mostrar o negativo, o degradante, o
desprazer. Escolativa é só alegria!

Qual público pretende alcançar?

Educadores, estudantes, empresários, donas de
casas, enfim todo tipo de público, porque também precisamos dos parceiros, sem
os quais o programa não pode sobreviver.

Alunos de escolas públicas lançam livro sobre bairros da cidade

Publicado em 20. dez, 2011 por in CULTURA

No dia 7 de dezembro, o Instituto Agronelli de Desenvolvimento Social (Iades) em parceria com o Arquivo Público de Uberaba e mais de 256 crianças e adolescentes lançaram a 4ª edição do livro “Meu bairro tem história, eu tenho futuro”. O livro conta com os olhares atentos e curiosos de crianças e adolescentes de idades variadas. Participaram da 4ª edição do projeto, oito escolas públicas e uma instituição comunitária, contando a história de nove bairros: Cartafina (E. M. Padre Eddie Bernardes); Elza Amuí (E. E. Irmão Afonso); Fabrício (E. M. Uberaba); Jardim Terra Santa (Casa do Menor Coração de Maria); Morada do Sol (E. E. Leandro Antônio de Vito); Parque das Américas (E. M. Olga de Oliveira); Ponte Alta (E. M. Gastão Mesquita Filho); Santa Marta (E. E. Frei Leopoldo Castelnuovo) e Zona Rural (E. M. Celina Soares de Paiva). Nos últimos quatro anos, o projeto já realizou a capacitação de 48 professores de 35 escolas e instituições. Atendeu 856 crianças e adolescentes diretamente e contou a história de 31 bairros de Uberaba e da cidade de Delta nas quatro edições do livro “Meu bairro tem história, eu tenho futuro”. “O projeto vem atingindo o seu objetivo e superando expectativas”, diz Mariângela Camargos coordenadora do Iades, destacando o fato de que em 2011 a 6ª Edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, certificou o Projeto Cultura e História do Meu Bairro como Tecnologia Social, incluindo-o no banco de tecnologia social da Fundação.

Emicida participa de festival em Uberaba

Publicado em 01. dez, 2011 por in CULTURA

No dia 27, dentro da programação do V Festival Novas Tendências, Uberaba recebeu o
rapper Emicida, que vem se destacando no cenário musical.

Leandro Roque de Oliveira, mais conhecido
como Emicida nasceu em São Paulo e é
considerado uma das maiores revelações do
rap do Brasil.

A primeira aparição do rapper na mídia, fora as batalhas de
improvisação, foi o single Triunfo, acompanhado de um videoclipe com
mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.

Emicida lançou seu trabalho de estreia em 2009, uma mixtape de 25 faixas. Em fevereiro de 2010,
seu segundo trabalho veio em formato de EP e em setembro do mesmo ano foi lançada mais uma mixtape.

O Jornal do Triângulo conversou com rapper, confira!

Como foi para você ser considerado o
artista do ano pelo VMB?

Eu meio que já imaginava isso, pelo trabalho que a gente fez todo esse ano.
Trabalhamos em 2011, conseguimos lançar um disco em parceria com os gringos,
fazendo show lá fora, então era uma expectativa que a gente tinha, não era uma
certeza, não fomos lá com clima que já ganhou, porque eu particularmente não
gosto disso. Mas eu senti que alguma premiação a gente iria levar aquele dia. Levar
aquele troféu mostrou bem para as pessoas, algo que vem acontecendo há algum
tempo e que agora a mídia começa a dar atenção, que é a ascensão da música
urbana de rua que a gente chama de rap.

Qual a sensação de tocar no Rock in Rio
e SWU?

Foram dois passos monstruosos. No Rock in Rio a gente teve a oportunidade de tocar
com Martinho da Vila e Cidade Negra, dois artistas que fazem parte da minha
história musical, minha mãe sabe a discografia toda do Martinho. A gente fez um
show legal, teve uma grande repercussão e acabou nos levando para um público
que desconhecia o nosso estilo. Nunca tínhamos tocado para tantas pessoas, nem
num festival daquele tamanho no Brasil, pois nossa estreia nos megas festivais
foi na Califórnia.

E o SWU foi uma parada muito louca também, porque foi a nossa primeira
apresentação solo num festival grande brasileiro. Um dia legal, abrimos o
festival e fizemos uma homenagem para a história do rap nacional, porque muito
se tem falado sobre isso, mas tem muita coisa vazia e era importante nesse
momento de grande exposição mostrar para as pessoas que essa cultura não
começou ontem, sabe cantamos músicas dos anos 80 e 90.

O que o público pode esperar para o ano
que vem?

Tem algumas paradas legais, uma que não está 100% confirmada, então eu não posso
falar, mas envolve cinema. Eu quero fazer meu disco, estou tentando trabalhar o
máximo para finalizar, eu sinto a necessidade de brecar as coisas, desaparecer
e fazer meu disco. Se tudo der certo a gente consegue colocar ele na rua em
2012.

 

Alunos de Uberaba expõe trabalhos sobre rinocerontes

Publicado em 23. nov, 2011 por in CULTURA

Em outubro Uberaba recebeu a exposição Rino Mania, patrocinada pela Duratex, onde esculturas de rinocerontes foram espalhadas pela cidade e também envolveu 17 escolas municipais no desenvolvimento de conceitos de planejamento, trabalho em equipe, discussão em torno de temas socioambientais e de animais em extinção, bem como de artes plásticas de pequenas esculturas de rinocerontes para exposições.

Os estudantes produziram diversos trabalhos de arte-educação, entre eles a pintura dos “rinos” que estão expostos para apreciação da cidade. Além disto, foram promovidas oficinas de formação com professores. Ao todo, a rede recebeu 20 esculturas de rinocerontes filhotes, 1,20 x 0,80cm, que foram decoradas pelos alunos até o dia 10 de outubro, utilizando os kits de pintura fornecidos. Também foram realizadas atividades como produção de desenhos, murais e histórias sobre rinocerontes e animais em extinção.

A exposição das pinturas dos rinocerontes acontece no Centro de Cultura José Maria Barra/Fiemg.

Segundo a diretora do Departamento de Formação Continuada da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec), Reinilda Maria Rosa, o Rino Mania é um projeto educacional para conscientizar professores e alunos sobre a preservação de animais ameaçados de extinção no Brasil e no mundo, estimular a imaginação das crianças e o interesse pela aprendizagem da arte, além de disseminar a identidade cultural da região.

Ainda de acordo com Renilda, a Duratex leiloará as esculturas e os recursos serão destinados a instituições com projetos focados em educação ambiental e preservação da vida selvagem.

 

 

II Mostra SESI reúne projetos de cinema e premia produções

Publicado em 14. nov, 2011 por in CULTURA

Por Vinícius Silva.

O balanço
do Festival de Cinema de Uberaba aponta para o grande sucesso alcançado pelo
evento. Entre as muitas atividades que foram realizadas no festival, algumas se
destacam pela difusão do audiovisual na região, oficinas em diversas áreas, a
visita de grandes nomes do cinema nacional para participar de bate-papos com o
público.

Para
promover a produção audiovisual na região, o Pontão de Cultura do Triângulo, da
Fundação Cultural de Uberaba, realizou a 1ª Mostra de Curtas do Pontão. No
último dia 29 de outubro foram reunidos os Pontos de Cultura e entidades
parceiras do projeto no TEU (Teatro Experimental de Uberaba).

A Mostra,
que integrou o Festival de Cinema de Uberaba, realizado em parceria com o Sesi
e com o apoio do Curso de Comunicação da Uniube, apresentou uma programação
diversificada: oficinas de cinema, exposições, seminários, exibição de filmes
de animação infantil, festivais competitivos e exibição de longa-metragem.

Dentro do
objetivo de também incentivar a ampliação de plateia para o cinema, o Pontão de
Cultura trouxe os atores Leonardo Miggiorin e Kayky Brito. O primeiro
participou do Festival do Minuto Uniube, dia 28, no Cine Teatro Vera Cruz, e o
segundo recebeu o público para uma conversa descontraída antes da apresentação
do seu filme mais recente, “Desenrola”, em sessão especial aberta ao público.

Para
Lisete Resende, responsável pelo Pontão de Cultura, “o festival fincou raízes
para que, ano que vem, os talentosos da área de audiovisual, os interessados,
criativos e todos os envolvidos com a sétima arte tenham um evento muito mais
interativo e com participação maior do público”.

 

O Jornal
do Triângulo
conversou com exclusividade com os atores Leonardo Miggiorin e Kayky Brito, acompanhe a entrevista:

 

Qual a
importância para os jovens e estudantes de participar de festivais de cinema,
como a II Mostra Sesi e se inscrever com produções independentes?

LM - É importante fomentar a
criatividade, elaborar projetos. É uma competição saudável que gera superação.
Busca-se novas técnicas, ideias que surpreendem. Os festivais são um espaço
para experimentar ideias particulares, trabalhar o espírito de grupo, a
convivência. É a hora de errar e de experimentar e acabar com o monopólio das
produções cinematográficas do Rio de Janeiro, São Paulo e outras metrópoles,
aumentar o mercado. Quando cheguei em Uberaba, percebi que a cidade é muito religiosa
com muita tendência ao espiritismo por causa de Chico Xavier, eu não sou muito
religioso, mas queria muito ficar mais tempo para poder entender tudo isso
aqui, entender como é essa relação e como isso influencia a vida das pessoas,
no fim não é só pelo prêmio, mas pela identidade que a cidade ganha. A arte é o
espelho da cultura e das relações de um povo.

KB - É uma diversão, ajuda animar a
quem produz e quem assiste, auxilia no desenvolvimento humano, além de ser uma
oportunidade para mostrar para a galera uma certa evolução de pensamentos,
ideias.

Por que
os filmes brasileiros ainda não batem recordes de bilheterias? O que ainda
falta para mudar o cenário nacional?

LM - Falta continuidade nesse
processo. Não se cria um público do dia para a noite. Já existem bastantes
incentivos do governo, mas é preciso mais. Acho que é natural que os filmes
brasileiros se inspirem na cultura e se espelhem nos
norte-americanos. O cenário está mudando, antigamente era bem pior, hoje
em dia os festivais cumprem seu papel e o governo também incentiva.

KB – Por que os atores americanos são
melhores? Todo mundo quer saber. Eles são bons, eles não são amadores e recebem
muita verba, muito apoio do governo e de outras organizações. É muito dinheiro
investido. No Brasil há um atraso no cinema, ainda há muito para melhorar.

Quais os
principais projetos pessoais e profissionais para 2012?

LM - Tenho uma banda de música
chamada Vista, que surgiu em 2006 e agora está completa com seis integrantes no
total, estamos viajando por todo o país para divulgá-la e fazer apresentações.
Além disso, estou estudando nas horas vagas, sou universitário, curso psicologia.
Em 2012, pretendo criar uma escola de teatro, dar aulas e conciliar isso tudo
com novas oportunidades que surgirem. Continuo na TV, mas sem nenhum trabalho,
devido ao recente papel do personagem Roni, na novela “Insensato
Coração”.

KB - Eu tenho vários projetos para
esse ano que está chegando. Estou fazendo teatro, na peça “Fica Frio”
que tem a possibilidade de vir para o interior, inclusive de Minas Gerais.
Além do filme “Desenrola” que está em cartaz, onde eu interpreto
o Rafa, o garoto popular e pegador da escola.

 

 

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