19.05.2012

Inflação diminuiu 0,21% em março

Publicado em 16. abr, 2012 por in BRASIL

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em março foi de 0,21%. É a menor taxa mensal para o indicador desde julho de 2011 (0,16%). Em fevereiro, a variação havia sido de 0,45%. Em março do ano passado, o índice foi de 0,79%. No acumulado do ano, o indicador oficial de inflação avançou 1,22%. No mesmo período do ano passado, a inflação medida pelo IPCA havia ficado em 2,44%. Nos 12 meses encerrados em março, a inflação medida pelo IPCA ficou em 5,24%, indicando recuo em relação aos 12 meses encerrados em fevereiro, quando ficou em 5,84%. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que a queda da inflação em março abre espaço para crescimento maior em 2012. Segundo avaliação do IBGE, o resultado de março também confirma que o perfil da inflação em 2012 é bastante diferente do verificado em 2011. De acordo com a coordenadora de Índices de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, os preços dos alimentos estão pressionando menos neste ano, assim como os monitorados e os serviços. “O nível de inflação este ano está bem menor do que em 2011. A tendência mostrada pela série nos últimos meses mostra exatamente isso”, afirmou Eulina. “Neste ano, as commodities não estão exercendo pressão de alta. Então, os alimentos estão num nível de variação menor”, completa. Desempenho por grupo De acordo com o instituto, a forte redução do índice em março se deve ao grupo educação. Em fevereiro, a inflação desse grupo subiu 5,62%, exercendo impacto de 0,25 ponto percentual na taxa daquele mês. Já em março, a alta de educação desacelerou a 0,54%, impactando, apenas, 0,02 ponto percentual na inflação do mês. Os nove grupos que compõem o IPCA apresentaram as seguintes variações no mês: alimentação e bebidas (+0,25%), habitação (+0,48%), artigos de residência (-0,40%), vestuário (-0,61%), transportes (+0,16%), saúde e cuidados pessoais (+0,38%), despesas pessoais (+0,55%), educação (+0,54%) e comunicações (-0,36%). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda de um a cinco salários mínimos registrou redução em março deste ano e fechou o mês com uma taxa de 0,18%. Segundo o IBGE, em fevereiro, a inflação havia ficado em 0,39% e, em março do ano passado, em 0,66%. O INPC acumulado no ano chega a 1,08%, enquanto o acumulado em 12 meses está em 4,97%. A redução do INPC foi influenciada pelos produtos não alimentícios, que tiveram inflação de 0,15% em março, ante 0,47% de fevereiro. Os alimentos tiveram alta, ao registrarem taxa de 0,25% em março, ante 0,21%.

Preços de remédios serão reajustados no país

Publicado em 28. mar, 2012 por in BRASIL

A partir do próximo dia 31, os preços de remédios poderão sofrer reajustes de até 5,85%. Uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) foi publicada dia 19 no Diário Oficial da União autoriza o aumento. As alterações devem ter como referência o chamado preço fabricante (limite usado por laboratórios ou distribuidores de medicamentos para venda no mercado brasileiro) cobrado em 31 de março de 2011. Até a data limite para a entrada em vigor do reajuste, as empresas produtoras de medicamentos deverão apresentar à Cmed o relatório de comercialização com os preços que pretendem cobrar após a aplicação da correção. De acordo com a resolução, a categoria de remédios em que o faturamento com a venda de genéricos seja igual ou superior a 20% pode sofrer reajuste de até 5,85%. Já a categoria de remédios com faturamento de genéricos entre 15% e 19% tem reajuste autorizado de até 2,8%. O reajuste de até 5,85% tem como base a variação, nos últimos 12 meses, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Porcentual de famílias endividadas cresce no país

Publicado em 28. mar, 2012 por in BRASIL

Entre fevereiro e março o porcentual de famílias endividadas cresceu de 57,4% para 57,8%. Esses dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Esse patamar, porém, é inferior aos 64 8% apurados em março de 2011.
Segundo a CNC, a alta do endividamento entre fevereiro e março é pouco expressiva e indica que, apesar da reversão da política monetária, da retirada de parte das medidas macroprudenciais de contenção ao crédito e dos estímulos fiscais para o consumo de bens duráveis, persiste uma maior cautela das famílias em relação ao seu endividamento. A parcela das famílias que possuem contas ou dívidas em atraso também cresceu em março na comparação com fevereiro, passando de 20,5% para 21,8% no período. Em março de 2011, o porcentual foi de 23,4%. Já a fatia das famílias que declarou não ter condições de pagar suas contas ou dívidas recuou de 7,3% em fevereiro para 6,7% em março, menor patamar da série histórica da pesquisa, feita desde janeiro de 2010.
A alta do endividamento deu-se integralmente na faixa de renda inferior a 10 salários mínimos, interrompendo uma sequência de quatro meses em queda. Para essa faixa de renda, o porcentual de famílias com dívidas alcançou 58,6% em março de 2012, ante 58,4% em fevereiro de 2012 e 66,5% em março de 2011.
Para as famílias com renda acima de 10 salários mínimos, o porcentual de famílias endividadas passou de 50,6% em fevereiro de 2012 para 50,2% em março de 2012.

Maior parte da população brasileira é da classe C

Publicado em 28. mar, 2012 por in BRASIL

A sétima edição da pesquisa Observador Brasil 2012, feita pela empresa Cetelem BGN, do Grupo BNP Paribas, em parceria com o instituto Ipsos Publics Affairs, apontou que no ano passado, 2,7 milhões de brasileiros mudaram o perfil de renda, deixando as classes D e E para fazer parte da classe C. Além disso, 230 mil pessoas saíram da classe C e entraram para as classes mais ricas (A e B). A maior da parte da população (54%) fazia parte da classe C em 2011, uma mudança em relação ao verificado em 2005, quando a maioria (51%) estava na classe D/E. Um total de 22% dos brasileiros está no perfil da classe A/B, o que também representa um aumento em comparação ao constatado em 2005, quando a taxa era 15%. O levantamento indica ainda que a capacidade de consumo do brasileiro aumentou. A renda disponível, ou o montante de sobra dos ganhos, descontando-se as despesas, subiu de R$ 368, em 2010, para R$ 449, em 2011, uma alta de pouco mais de 20%. Na classe C, houve um aumento de 50% (de R$ 243 para R$ 363). Enquanto a renda média familiar das classes A/B e D/E ficaram estáveis, na classe C cresceu quase 8%. Mas a pesquisa mostra que em todas as classes houve um aumento da renda disponível, que ultrapassou R$ 1 mil, entre os mais ricos.

Link para denúncia de propaganda eleitoral irregular já está disponível na internet

Publicado em 28. mar, 2012 por in BRASIL

Na página do Tribunal Regional Eleitoral já está disponível o link para denúncia de propaganda eleitoral extemporânea ou irregular feita nas ruas ou na internet. Poderão ser denunciados também, os casos de propaganda extemporânea, ou seja, as que ocorrerem antes do dia 6 de julho, data marcada pela legislação para o início da propaganda eleitoral em geral.
O denunciante preenche um formulário, a ser direcionado à zona eleitoral onde ocorreu a irregularidade e que será encarregada da fiscalização da propaganda eleitoral. O cidadão receberá um número de registro com o qual pode consultar o andamento do processo. Constatada a irregularidade, o juiz da zona eleitoral poderá determinar a sua retirada da propaganda.
O sistema não aceita denúncias anônimas, sendo obrigatória a identificação do denunciante, mas os dados pessoais ficarão restritos à Justiça Eleitoral e não constarão do expediente instaurado para constatação da irregularidade.
O cidadão também pode denunciar pessoalmente, no cartório ou no Ministério Público. Além disso, os próprios servidores dos cartórios eleitorais, se constatarem irregularidades, podem notificá-las ao juiz. Eles também estarão incumbidos das diligências para confirmação dos casos. Nas Eleições 2010, quando o sistema foi implementado pela primeira vez abrangendo todo o Estado de Minas Gerais, o serviço registrou quase três mil denúncias, sendo que as queixas mais recorrentes se referiram a cavaletes, cartazes, carros de som e placas irregulares. O Denúncia Online não responderá a consultas e não receberá denúncias de propagandas eleitorais relativas a rádio, TV e jornais – que têm um tipo de tramitação específica.

Arrecadação de impostos bate recorde em fevereiro

Publicado em 28. mar, 2012 por in BRASIL

A Receita Federal informou no dia 26, que o governo federal arrecadou R$ 71.902 bilhões em impostos e contribuições em fevereiro e bateu recorde no mês. Segundo a assessoria de imprensa da Receita, o valor é o maior nos últimos cinco anos e, provavelmente, o maior da história já que a arrecadação vem crescendo. O resultado de fevereiro é 12,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, em termos nominais (sem considerar a inflação), e representa um aumento real (descontada a inflação) de 5,91% sobre fevereiro de 2011. No acumulado do ano a arrecadação somou R$ 174.482 bilhões, alta real de 5,9% ante igual período de 2011. Em janeiro, a arrecadação já tinha batido um recorde histórico, com R$ 103.041 bilhões, valor corrigido pela inflação – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A variação sobre janeiro de 2011 foi de 6,04%. A perspectiva do governo é de que a arrecadação de impostos continue crescendo, mas em um ritmo mais lento do que foi observado no ano passado. Em 2011, a arrecadação avançou 10,5% em termos reais (descontada a inflação) e para este ano a Receita Federal projeta aumento real entre 4,5% e 5%. Produção industrial em baixa Segundo a Receita Federal, o fator que teve maior impacto negativo na arrecadação em fevereiro foi a produção industrial, com queda de 3,4% sobre um ano antes. Se o aumento das importações por um lado preocupa o governo, que trabalha em estímulos à indústria nacional, por outro lado tem rendido saltos na arrecadação. O Imposto de Importação (II) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) vinculado aos importados renderam R$ 7 bilhões aos cofres públicos nos primeiros dois meses deste ano. IPI Já o IPI recolhido pela indústria nacional rendeu menos ao Fisco neste ano. Enquanto em janeiro e fevereiro do ano passado o IPI rendeu R$ 5,7 bilhões ao governo, nos primeiros dois meses de 2012 a Receita Federal recolheu R$ 5,5 bilhões com o IPI. Para reaquecer alguns segmentos da indústria, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, prorrogou por três meses a desoneração do IPI para itens da linha branca e estendeu o benefício para o setor de móveis e luminárias. As medidas valem até o dia 30 de junho. Os dados divulgados pelo Fisco mostram ainda que o volume das receitas administradas pela Receita Federal no mês passado foi de R$ 70,1 bilhões, 11,7% nominal acima de igual período em 2011 (R$ 62,8 bilhões). As contribuições previdenciárias ao INSS somaram R$ 44,3 bilhões no período, com elevação 4,3% nominal sobre fevereiro de 2011. As demais receitas administradas por outros órgãos fecharam fevereiro em R$ 1,7 bilhão, aumento nominal de 31,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. A arrecadação de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), em fevereiro, rendeu aos cofres públicos R$ 5,4 bilhões, alta de 11,1% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Em 2011 Vale foi a empresa com maior lucro na América Latina

Publicado em 28. mar, 2012 por in BRASIL

No ano passado, o lucro de Vale foi o melhor resultado da América Latina, de acordo com levantamento feito pela consultoria Economatica, empresa teve lucro de cerca de US$ 20 bilhões. A comparação com outras empresas considera valores em dólar, calculado com base na cotação de 31 de dezembro. A Vale é a quinta colocada quando considerados também os resultados das empresas norte-americanas. Essa lista é encabeçada pela petroleira Exxon Mobil, que teve um lucro líquido de US$ 41 bilhões em 2011 e repetiu a primeira colocação do ano anterior. A outra representante brasileira situada entre as 10 mais lucrativas é a Petrobras, que caiu da segunda posição no ano passado para o oitavo lugar neste ano. O lucro da estatal no ano passado foi de US$ 17,8 bilhões. O forte resultado da Apple alçou a empresa para a segunda colocação na lista de lucratividade de 2011. A empresa de tecnologia, que lucrou US$ 33 bilhões e tem o maior valor de mercado, era a oitava no ranking no ano anterior. Brasileiras Vale e Petrobras viveram momentos distintos no ano passado, primeira vez em que o lucro da mineradora nacional superou o da estatal. Enquanto a primeira alcançou um resultado recorde, beneficiada por preços maiores no primeiro semestre do ano, a petroleira viu seu lucro recuar principalmente pela alta do câmbio.

Gol reduz voos para conter prejuízo

Publicado em 28. mar, 2012 por in BRASIL

Na tentativa de estancar o prejuízo, a Gol reduziu em cerca de 8% a sua oferta de voos diários. De acordo com dados do balanço divulgado dia 27, a empresa encerrou 2011 com prejuízo de R$ 710,4 milhões. No ano anterior, a empresa obteve lucro líquido de R$ 214,2 milhões. De acordo com a companhia, medidas recentes de aumento de preço de passagens para recompor alta de custos operacionais, que subiram 41%, estão tendo impacto na demanda, que já está menos aquecida do que no primeiro semestre do ano passado. A empresa não revela quantos funcionários serão demitidos para adequar a companhia a essa nova oferta. A Gol iniciou um programa de demissão voluntária e, a depender da adesão, vai iniciar um processo de demissão obedecendo a critérios estabelecidos com o Sindicato Nacional dos Aeronautas.

Cresce inadimplência do consumidor em fevereiro

Publicado em 15. mar, 2012 por in BRASIL

No mês de fevereiro, a inadimplência do consumidor registrou a segunda alta seguida no ano e atingiu 0,97% na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Segundo a CNDL, isso indica uma persistência de endividamento mais alto nesse início de ano, decorrente de dois movimentos distintos da economia. O primeiro, contracionista, até meados do ano passado, combinou seguidas elevações na taxa básica de juros com retiradas de incentivos fiscais para o consumo. O segundo movimento, a partir do segundo semestre de 2011, buscou reverter o quadro de baixo crescimento decorrente da crise econômica internacional. Ainda segundo o estudo, as vendas a prazo apresentaram queda de 5,71% em fevereiro na comparação com  janeiro. Os números de cancelamento de registros (medida que indica o nível de recuperação de crédito no varejo) foram positivos em fevereiro e tiveram alta de 0,27%.

Juros para pessoa física recuam pelo terceiro mês seguido

Publicado em 15. mar, 2012 por in BRASIL

A taxa média de juros para pessoa física teve redução pelo terceiro mês seguido. O percentual foi 6,33% em fevereiro, uma queda de 1,09% sobre o resultado registrado em janeiro (6,4%). Isso equivale a uma taxa de 108,87% ao ano, a menor da série histórica, iniciada em 1995 pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Na avaliação do vice-presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira, entre os motivos da queda da taxa média de juros estão as medidas adotadas pelo governo brasileiro para manter o mercado interno aquecido, como a sequência de cortes na taxa básica de juros (Selic) e a queda do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito. Ele também atribuiu o recuo à tentativa do comércio em minimizar o impacto da queda nas vendas, causada pela maior concentração de compromissos financeiros nesse começo do ano, entre os quais o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além dos gastos comuns nesta época com educação e vencimento de contas feitas no período do Natal. De acordo com o levantamento das seis linhas de crédito pesquisadas, apenas a do crédito rotativo dos cartões de crédito não caiu, permanecendo estável na média de 10,8% ao mês e 238,3% ao ano. Já a taxa de juros para as empresas atingiu a média de 3,72% ao mês e 55,01% ao ano – o que representou um recuo de 1,85% no mês e de 2,24%, nos últimos 12 meses – a menor variação desde dezembro de 2009.

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