Comerciantes do Morada Du Park reivindicam reabertura de rotatória
Taxa de juros para empréstimos atingiu menor variação desde 1995
Publicado em 24. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
Em dezembro do ano passado, a taxa média de juros cobrados
em operações de crédito para pessoas físicas atingiu a menor variação desde
1995. O índice ficou em 6,58%, o que representa uma redução de 0,09 ponto
percentual sobre a variação de novembro (6,67%). No ano, as pessoas físicas que
tomaram empréstimo pagaram juros de 114,84%, taxa que é 2,18 pontos percentuais
menor, do que a do acumulado de 2011 até novembro (117,2%).
Esses dados são de pesquisa feita pela Associação Nacional
dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). No
comparativo com dezembro de 2010, quando o juro anual ficou em 119,97%, a queda
foi de 4,28%,
Entre as seis linhas de crédito para pessoas físicas
consideradas pelo indicador, apenas os juros do cartão de crédito foram
mantidos estáveis em 10,69% ao mês. Todos os demais itens, cheque especial,
empréstimos em bancos, empréstimos em financeiras, comércio e crédito direto ao
consumidor (CDC), tiveram redução em suas taxas.
O juro médio pago pelas empresas apresentou queda ainda
mais expressiva, com redução de 3,01% no mês, passando de 3,98%, em novembro,
para 3,87% em dezembro. Na taxa anual, houve retração de 3,67% e o indicador
caiu de 59,92% para 57,72 %, ao ano, de um mês para o outro. Já no comparativo
com dezembro de 2010, quando o índice ficou em 56,45% ao ano, houve elevação de
2,25% na taxa.
As três linhas de crédito pesquisadas apresentaram queda e
a mais expressiva, de 5,73%, foi constatada nos descontos de duplicatas com os
juros passando de 3,14% ao mês para 2,96%. No ano, a variação alcançou 41,51%
ante 44,92% do mesmo período do ano anterior.
Segundo as previsões da Anefac, os juros deverão continuar
caindo nos próximos meses. O vice-presidente da entidade, Miguel de Oliveira,
justificou que, por um lado, o Ministério da Fazenda vem tomando medidas para
evitar uma desaceleração forte em na economia e, por outro, o Banco Central tem
sinalizado a possibilidade de ser mantida uma trajetória de queda da taxa
básica de juros, a Selic, que passou de 10,75%, em dezembro de 2010, para 11%,
em dezembro de 2011, com um aumento de 2,33%.
Novo mínino deve beneficiar 66 milhões de brasileiros
Publicado em 24. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
O aumento de 14,13% no salário mínimo vai
beneficiar 66 milhões de brasileiros, principalmente nas regiões nordeste e
sudeste, segundo estimativas do instituto Data Popular.
De acordo com os dados estimados, a nova
classe média receberá 48 bilhões de reais em 2012, ou seja, 75,5% do valor
total injetado na economia. As classes D e E, por sua vez, devem ganhar este
ano 12 bilhões de reais, o equivalente a todo o montante do Bolsa Família que
foi pago em 2011.
Segundo o instituto, a perspectiva é que
grande parte da classe D seja classe C já em 2014, enquanto a classe C estará a
um passo de ser extinta.
Ainda conforme a entidade, este aumento na
renda dos trabalhadores deve impulsionar a economia, já que a maior parte deste
dinheiro deverá ser destinada às compras.
O instituto estima ainda que o acréscimo de
77 reais ao salário mínimo também deve ajudar os cidadãos a quitarem suas
dívidas, diminuindo a inadimplência.
Comércio eletrônico cresceu 21% no Brasil
Publicado em 24. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
Em 2011, o comércio eletrônico
brasileiro cresceu 21% e chegou a R$ 21,5 bilhões.
O volume representou 2,2% das
vendas on-line mundiais, de acordo com dados da consultoria Forrester Research.
O comércio eletrônico global
totalizou R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões), impulsionado principalmente pelos
Estados Unidos e por países da Europa Ocidental, no ano passado.
A expectativa é que a participação
brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial, ou R$ 39,3
bilhões de R$ 1,25 trilhão, nos próximos três anos.
Apesar de o número parecer pouco
expressivo, principalmente ante os 22% que devem ser conquistados pela China -
com R$ 285,3 bilhões -, o Brasil é considerado um dos candidatos a protagonista
das vendas on-line mundiais.
Isso porque registrará expansão do
alcance do número de consumidores on-line, diversificação dos produtos comercializados
e grupos internacionais que passarão a operar no mercado e devem impulsionar o
setor.
Bunge e Algar Agro estabelecem parceria
Publicado em 24. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
A fim de agilizar a distribuição de
soja em grão e farelo em diversos estados do país, a Bunge Brasil e a Algar
Agro estabeleceram uma parceria para otimizar a utilização de seus ativos.
Segundo informações fornecidas pela Bunge, o acordo também tem por objetivo
potencializar as exportações desses produtos por meio do terminal portuário de
Ponta da Madeira, no Maranhão, e acelerar a procura por outras alternativas
logísticas para o escoamento da produção, ainda muito concentrado em rotas para
Sudeste e Sul.
Essa parceria ainda depende da
aprovação das autoridades antitruste, mas não deverá enfrentar problemas nesta
frente. Uma das maiores tradings de commodities agrícolas do mundo, a Bunge,
sediada nos Estados Unidos e com ações negociadas na bolsa de Nova York, é a
maior exportadora do setor de agronegócios no Brasil.
Seus embarques renderam US$ 6,2
bilhões, de janeiro a novembro de 2011, quase 55% mais que em igual intervalo
de 2010. Nos 11 primeiros meses do ano passado, ficou atrás apenas de Vale e
Petrobras no ranking geral das principais exportadoras do país. No Brasil, a
Bunge tem cerca de 150 unidades (entre indústrias, centros de distribuição,
silos e instalações portuárias) espalhadas em 16 Estados e 20 mil funcionários.
Seu faturamento em 2010 atingiu US$ 14,7 bilhões.
Já a Algar Agro, por sua vez, é o
novo nome da ABC Inco. Divisão agroalimentar da holding Algar, a empresa, que
tem sede e fábrica principal em Uberlândia (MG), produz óleo e farelo de soja,
azeite de oliva e extrato e molho de tomate. A companhia também conta com uma
unidade de produção em Porto Franco (MA). A receita líquida da Algar Agro foi
de R$ 911 milhões em 2010.
Maceió aparece em 3º lugar no ranking mundial das cidades mais violentas
Publicado em 24. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
A organização não governamental (ONG) mexicana Conselho
Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal divulgou no último dia 13 que pelo
menos 14 cidades brasileiras estão entre as mais violentas do mundo.
Especialistas da entidade listaram as 50 cidades mais violentas em todo mundo.
O topo da lista é ocupado pela cidade de San Pedro Sula, em Honduras, com uma
taxa de 158.87 homicídios para um grupo de 100 mil habitantes. Em segundo
lugar, está Juárez, no México, com uma taxa de 147.77.
No Brasil, Maceió, capital alagoana, aparece como a mais
violenta ocupando o terceiro lugar no ranking, com uma taxa de 135.26
homicídios para cada 100 mil habitantes.
Depois de Maceió estão Belém (PA), em 10º lugar, com uma
taxa de 78.08 homicídios para cada 100 mil habitantes; Vitória (ES), em 17º
lugar, com taxa de 67.82; Salvador (BA), em 22º na lista, com 56.98 e Manaus
(AM), em 26º, com 51.21.
Foram definidas também como violentas as cidades de São
Luís (MA), em 27º lugar no estudo, com taxa de 50.85 mortes violentas para cada
100 mil habitantes, João Pessoa (PB), em 29º, com 48.64; Cuiabá (MT), em 31º na
lista, com taxa de 48.32; Recife (PE), em 32º lugar, com taxa de 48.23, Macapá
(AP), em 36º, com 45.08; Fortaleza (CE), em 37º, com 42.90; Curitiba (PR), em 39º
na lista, com 38.09; Goiânia (GO), 40º, com 37.17 e Belo Horizonte (MG), em 45º
no ranking
das cidades mais violentas, com taxa de 34.40 homicídios para cada 100 mil
habitantes.
Das 50 cidades apontadas como as mais violentas do mundo,
além das 14 brasileiras, 12 estão no México e cinco na Colômbia.
O estudo ainda informa que das 50 cidades, 40 estão na
América Latina. Além disso, a organização alerta para o fato de que no México,
as autoridades estão falsificando dados e escondendo o verdadeiro número de
homicídios. A ONG diz que elas “não inspiram confiança em seus dados oficiais”,
pois “há evidências de falsificação” para fazer com que a violência pareça
menor do que ela realmente é.
Mais de 320 mil famílias serão incluídas no plano Brasil sem Miséria
Publicado em 24. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
Até o final deste
ano, o governo federal pretende incluir mais 320 mil famílias no Plano Brasil
sem Miséria, que tem como principal ação o programa Bolsa Família. A meta foi
definida durante reunião dia19, da presidenta Dilma Rousseff com ministros de
pastas da área social como o Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento Social,
Saúde, Trabalho, Educação e Previdência.
O Brasil sem
Miséria pretende tirar 16 milhões de pessoas da extrema pobreza até 2014 e tem
como foco famílias que vivem com até R$ 70 por mês por pessoa.
Ampliar o número
de estados que complementarem a renda dos beneficiários do Bolsa Família é
outra meta para 2012. De acordo com a ministra do Desenvolvimento Social,
Tereza Campello, o Rio de Janeiro foi o primeiro a aderir à complementação e já
paga o benefício desde outubro.
Mais oito estados
também aderiram e passam a pagar a complementação este ano. Também ficou
definido na reunião, que será fortalecida a qualificação profissional do
público-alvo do Brasil sem Miséria, com a oferta de 300 mil vagas de cursos
profissionalizantes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao
Emprego (Pronatec). De acordo com Tereza Campelo, essa ação será feita em
conjunto com estados e municípios.
A ministra disse
ainda que uma orientação da presidenta Dilma Rousseff é que, em 2012, o Brasil
sem Miséria dedique atenção especial às crianças. A intenção é que neste ano
270 mil gestantes e nutrizes recebam o benefício, que já é pago pelo governo
desde o ano passado, quando 130 mil mulheres foram atendidas.
Carros importados emplacados no país aumentaram 87,4%
Publicado em 13. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
O número de veículos importados emplacados no país em 2011
aumentou 87,4% em relação a 2010, os dados são do balanço divulgado dia 11 pela
Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores
(Abeiva), em 2011, foram comercializadas 199.366 unidades contra 106.360 no ano
anterior. A participação dos veículos importados no mercado nacional foi de
5,82%.
Os dados mostram ainda que, em dezembro do ano passado, na
comparação com novembro, houve crescimento de 26,8%, com a venda de 19.151
unidades contra 15.098. Na comparação com o mês de dezembro de 2010, quando
foram emplacadas 13.487 unidades, houve alta de 42%.
Para o presidente da Abeiva, José Luiz Gandini é muito cedo
para fazer projeções para 2012, mas na sua avaliação, o mercado dos importados
deve cair em torno de 20%. Segundo ele, será melhor avaliar o desempenho do
setor em fevereiro ou março, já que em janeiro muitos dos consumidores estão em
período de férias e, por isso, deixam de comprar carro. Só a partir do terceiro
mês do ano, pelos cálculos de Gandini, as concessionárias de importados terão
uma ideia de como o aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos
Industrializados (IPI) que incide sobre os produtos não nacionalizados
refletirá nas vendas.
“Chegou a hora da realidade. No primeiro momento, o IPI de
15 de setembro mudou para 15 de novembro. Muita gente tinha carro em estoque,
nacionalizou antes e está vendendo carro com preço feito com o IPI antigo.
Agora, a realidade é que todo mundo está nacionalizando com IPI novo, com 30
pontos a mais. Agora, vamos sentir o mercado, saber até quanto cada marca vai
repassar e saber o que o consumidor vai assimilar desse percentual”, analisou.
De acordo com Gandini, a Abeiva está analisando a
inconstitucionalidade do decreto que determina o aumento do IPI para os
veículos não nacionalizados, mas ainda não tomou uma posição definitiva, devido
à dificuldade judicial que a questão envolve por ser uma disputa com o governo.
“É muito difícil tomarmos uma decisão desse tipo, por isso não tomamos uma
decisão contra a validade do decreto, que é inconstitucional. Todo bem quando
paga o imposto de importação ao entrar no país, já é considerado nacional.
Então, o IPI não pode ser diferenciado entre nacional e importado”.
Publicidade eleitoral está restrita desde 1º de janeiro
Publicado em 13. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
A lei eleitoral, já restringe desde
o dia 1º de janeiro programas sociais e publicidade institucional em ano de
eleição municipal.
De acordo com o TSE (Tribunal
Superior Eleitoral), a administração pública está proibida de realizar a
distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios aos cidadãos, exceto em
casos de calamidade pública ou de estado de emergência.
Outra exceção prevista é quando os
programas sociais em andamento forem autorizados por lei e integrarem o
orçamento do exercício anterior. Também estão proibidos programas sociais
executados por entidade nominalmente vinculada a eventual candidato em 2012 ou
por esse mantida, nesse caso, a proibição vigora ainda que os programas tenham
sido autorizados por lei ou façam parte do orçamento do exercício anterior.
Entre o dia 7 de julho e o dia da
votação, a legislação eleitoral proíbe a realização de publicidade
institucional, exceto em casos de grave e urgente necessidade pública,
autorizados pela Justiça. No entanto, mesmo antes desta data, a administração
deve respeitar alguns parâmetros para realizar propaganda dos atos, programas,
obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos.
Entre os dias 1º de janeiro e 6 de
julho, as despesas com publicidade não podem exceder a média dos gastos nos
três últimos anos que antecedem o pleito ou do último ano imediatamente
anterior à eleição, prevalecendo o que for menor.
Número de acidentes cai no feriado de Réveillon
Publicado em 13. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
A PRF (Polícia Rodoviária Federal)
divulgou balanço da violência nas estradas federais durante feriado de
Réveillon.
O feriado terminou com 75 mortes em
acidentes nas rodovias federais brasileiras, número 44% menor que o do mesmo
período do ano passado. Segundo a PRF, essa foi a maior queda na quantidade de
mortes registrada para esse período do ano.
No feriado do ano passado foram
registradas 134 mortes. De acordo com a PRF, a comparação entre os dois
períodos não está distorcida, pois os dois feriados caíram em fim de semana e,
por isso, ambas operações começaram na madrugada de uma sexta-feira e terminaram
no fim da noite de segunda.
Todos os índices apresentados
mostraram queda na violência no trânsito. O número de feridos caiu 15%, foram
1.524 pessoas com ferimentos no feriado, ante 1.799 no mesmo período do ano
passado.
A redução na quantidade de acidentes
foi menor, de 10%. A PRF registrou 2.364 casos. Em 2011 foram 2.615.
Balanço
A PRF também divulgou o balanço
consolidado de toda a operação de fim de ano, que começou no dia 16 de dezembro
e foi até o dia 2 de janeiro.
O número de mortes caiu 18% em
relação ao período equivalente de 2011. Foram registradas 460 mortes durante a
operação. Em 2010/2011, foram registradas 558 mortes.
Entre as estratégias destacadas,
está uma mudança no foco de fiscalização. Antes, a PRF antes procurava
monitorar praticamente toda a malha rodoviária federal, agora foi intensificada
a ação em 60 trechos de 10 km cada, considerados mais perigosos.
Fundação Vale faz campanha para ajudar cidades atingidas pelas chuvas
Publicado em 13. jan, 2012 por simone.silva in BRASIL
Com a finalidade de ajudar as cidades atingidas pelas chuvas em Mina Gerais, a Fundação
Vale abriu uma conta bancária, onde cada R$ 1 doado, a Vale doará o dobro.
Segundo nota divulgada pela Vale, a intenção da campanha é arrecadar fundos que serão
repassados para instituições parceiras e destinados a comunidades afetadas
pelas enchentes.
Os interessados poderão doar recursos para a conta da Fundação Vale na agência
3400-2 do Banco do Brasil, na conta corrente 6584-6. O CNPJ da fundação é
33.896.291/0001-05.
Cento e quatro cidades de Minas Gerais decretaram situação de emergência, como Belo
Horizonte, Brumadinho, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Divinópolis, Ibirité,
Itabirito, Itamarandiba, João Monlevade, Mariana, Ouro Preto, Raposos e Senador
Modestino Gonçalves. No total, 142 municípios foram atingidos pelas tempestades
no fim de 2011 e início de 2012, que deixaram 9.880 pessoas desalojadas e
outras 512 desabrigadas.


